Podíamos ter dito tanta coisa, mas nada dissemos, podíamos ter sido tanto, fomos, podíamos ter sido bem mais e melhores, talvez nem tanto assim, a verdade é que haviam pedras na estrada, pedras postas por mim, e das quais não consigo desviar, seria mais fácil tivesse antes pensado, mas não sou bom em pensar, e de tempos em tempos, este fato devo encarar.
Mas tudo bem, um dia passa o outro vem, um dia ficaremos bem, a vida é realmente estranha, as vezes as coisas acabam exatamente como começaram, e no final tudo não passa, de um simples capricho do destino, e o que somos afinal? Marionetes nas mãos dos deuses? Como os antigos acreditavam ser? Não, não somos, embora está opção seja a mais fácil, nem de perto é a melhor, o melhor é assumir responsabilidade pelos erros, receber os louros da vitória pelos acertos e viver.
Tinha tanto a ser dito, tanto que que no final, esquecemos o que dizer, em minha cabeça ensaio mil e um discursos, e todos eles fazem sentido, ou fariam. Nada mais sei, sigo me esquivando do destino, que hora é meu amigo, e na outra quer me derrubar.
Esta escrito em letras de prata, nas estrelas, não, não esta. Meu destino quem escreve sou eu, com erros e acertos, mais erros que acertos eu confesso, mas no final sou humano, humano demais eu até diria. Mas humanos podem crescer, independente do que aconteça, evoluir é preciso, e seguir em frente com coragem de um adulto, e a inocência de uma criança, e ainda assim temos tanto a dizer, ao menos eu tenho, mas... Já não tenho ninguém a me escutar.
quinta-feira, 28 de julho de 2016
Tanta coisa
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