segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Saída de emergência

O relógio parou, ou será que enlouqueci?
Outro copo de café, pois não posso dormir,
Teria o tempo parado para mim?
São apenas armadilhas da vida, foi o próprio diabo, quem me contou outro dia,
Vai ver é por isso,
Que o relógio já não gira, desde aquele dia,
Foi dia de lágrimas, e sangue
Foi dia de agonia!
O próprio diabo me abraçou,
Eu, ele é a solidão,
Trevas, minha vida, e nada mais.
O que se segue, é sempre uma incógnita,
Se meu advogado é o próprio diabo
Que esperança hei de ter?
Depois do erro a redenção, é o que dizem
Quisera eu acreditar, que minha vida não foi em vão
Ter uma saída de emergência, é sempre bom
Seriam os pulsos? Eu hei de descobrir
O relógio continua parado, e eu?
Enlouqueço um pouco a cada dia, pobre de mim...
Pobre diabo, o sangue, o tempo
Os pulsos, uma saída.

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